CURRÍCULOS

retrato fernanda-FINAL  Fernanda Oliveira fotografia

É fotógrafa e pesquisadora. Mestra em Comunicação e Linguagens – linha de pesquisa Fotografia e Audiovisual – pela Universidade Federal do Ceará UFC (2012) e especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem pela Universidade Federal do Ceará (2008). Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza (2005) e ensina nos cursos de Comunicação (Jornalismo, Publicidade e Propaganda) e de Design da Faculdade Integrada do Ceará em Fortaleza (FIC – Grupo Estácio). É graduanda em Psicologia pela Universidade de Fortaleza Unifor (2012). É coordenadora de memória do Fórum da Fotografia Cearense, e durante 3 anos assumiu a diretoria executiva do Instituto de Fotografia de Fortaleza (IFOTO). Como jornalista, foi repórter fotográfica do jornal Diário do Nordeste. Realizou, ainda, diversos trabalhos institucionais e documentais para organizações não governamentais e outras empresas na área de fotografia e também na assessoria de comunicação. Vem desenvolvendo projetos de experimentação estética e documental, tais como: Mulheres líderes no sertão central do Ceará; Santa Terezinha – o morro de uma cidade; e As cores violetas, pelos quais foi agraciada com seis prêmios e a publicação de livros dos mesmos. Com o projeto Sereias, mulheres do mar, ganhou o Prêmio Internacional Latino-Americano de Fotografia (Colômbia, 2013). Teve, ainda, seus projetos expostos nos principais festivais de fotografia brasileiros: Fotoarte Brasília – Mulheres líderes (2007); FestfotoPOA – Santa Terezinha: o morro de uma cidade e As cores violetas (2010); Paraty em Foco – As cores violetas (2011); Paraty em Foco – Nos caminhos da Caravana Farkas (2013); e Prêmio Chico Albuquerque de Fotografia (2014) e Editais de Arte do Centro Cultural dos Correios, com o projeto Sereias: Mulheres do Mar (2015). Foi finalista no Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (2014) e ministrou o workshop Documentário Imaginário na mostra paralela do Festival Outono Fotográfico, na Espanha, no Festival Território Expandido (2016).


sergio  Sérgio Carvalho fotografia

Piauiense, começou a fotografar em meados da década de 90. Desde então desenvolve a fotografia como expressão artística e documental com um forte viés humanista. Realizou diversas exposições em salões de arte e festivais de fotografia, tais como o deVERcidade (Fortaleza, 2005, 2006, 2007 e 2010), FotoArteBrasília (2010), Festival de La Luz (Argentina, 2010), FotoPoa (Porto Alegre, 2012), Photobook Award (Kassel, Alemanha, 2011), POY LATAM (2013) e Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia (Belém, PA, 2015).

Em 2010 publicou, em coautoria com o fotógrafo e primo Paulo Gutemberg, o livro Docas do Mucuripe. Neste mesmo ano, publicou o livro Retrato escravo, em coautoria com o fotógrafo João Roberto Ripper, indicado como um dos melhores livros de 2010 pelo International Photobook Festival (Kassel, Alemanha, 2011), além de ter recebido menção honrosa no Festival Latino-Americano de Fotojornalismo (POY LATAM, 2013). Nos anos seguintes, publicou os livros Barbearia do tempo (2011) e Às vezes, criança – um quase retrato de uma infância roubada (2012), em coautoria com o poeta maranhense Rubervam Du Nascimento, além das obras coletivas Homens-caranguejo (2013) e Caminho das abelhas (2016). É membro-fundador e ex-diretor do Instituto da Fotografia (IFOTO), em Fortaleza, Ceará, onde reside desde 1999.


tibico  Tibico Brasil vídeo

Diretor e produtor audiovisual. Fotografo documentarista e de natureza. Gestor Cultural. Funcionário do Banco do Nordeste (BNB) desde 1980, iIntegrou a equipe pioneira do Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB). Exerceu funções de gerencia nas área de cultura e produção audiovisual. Atualmente está cedido ao Governo do Estado do Ceará exercendo o cargo presidente da TV Ceará, emissora pública estadual.


iana  Iana Soares textos de entrevistas

É jornalista e fotógrafa. Gosta de mar, sertão, sal e gente. Começou a fotografar quando pesquisava o processo de afirmação étnica dos índios Tremembé. Depois de graduar-se em Ciências Sociais, voltou para o Jornalismo e reencontrou a imagem, além da palavra. Fez mestrado em Belas Artes na Universidade de Barcelona. Participou de diversas exposições e mostras, como o Encontros de Agosto, o Festival de Fotografia de Tiradentes, a exposição Mapes desorientats, em Barcelona, e Derivas, em Valência, entre outros. Em 2015, foi ganhadora do Prêmio BNB de Jornalismo, na categoria fotografia nacional, com o trabalho Sertão a ferro e fogo – marcas de gado e gente.  É editora de fotografia do jornal O Povo e professora da Travessa da Imagem, em Fortaleza.


mika  Mika Holanda vídeo e fotos do making of

Graduando em Comunicação Social – Jornalismo, atua como designer gráfico em projetos editoriais desde 2006. Iniciou na fotografia em 2012, tendo sua primeira exposição na II Feira da Fotografia de Fortaleza, com o ensaio entitulado Retratos Particulares, no mesmo ano.
Finalista do Concurso Cultural Sua Foto, da revista National Geographic Brasil, em 2014 e menção honrosa, em 2015, por destaque entre as 50 melhores fotos dos Sony World Photography Awards, na categoria SMILE, com uma foto do Projeto Sereias, sendo esta, exposta em Londres.
Ministra aulas experimentais, workshops e palestras sobre fotografia em faculdades e projetos sociais, além de atuar como fotojornalista freelancer para veículos de comunicação locais.


angela-e-nadja  Curadoras

Nadja Fonseca Peregrino

Recife, Pernambuco. Mestra em Comunicação (ECO/UFRJ-1990). Professora, desde 2001, do curso de pós-graduação de Fotografia da Universidade Cândido Mendes. Atuou na Funarte (1977-1990, RJ) e no Centro de Artes da UFF (1990-1998, Niterói), na área de exposições, organizando, por exemplo, as primeiras individuais de Sebastião Salgado, José Oiticica Filho, José Medeiros na Galeria de Fotografia, Funarte, anos 1980. Como curadora independente, realizou exposições como La revue O Cruzeiro (Chalon Sur Saune, França, 2006), Um certo Brasil (Pinghao, China, 2010),  Caminhos da fé (Krasnodar, Rússia, 2011),  Laços de família, etnias do Brasil (MAM, Rio de Janeiro, 2012 e Fundação Mabe, São Paulo, 2012), PHysis Soma, o corpo, a expressão e a poética do movimento (Casa das Rosas, São Paulo, 2013-2014) e Brasil, China, luz no lixo (CCJF, 2014). Foi premiada com as bolsas RioArte (1998) e Fundação Vitae (2004). Como curadora, integrou a seleção dos prêmios Hercule Florence (Brasil/França, 2003), Comunidade Europeia/Brasil (2007), Marc Ferrez (Funarte, 2010) e Arte-Pará (Belém, 2010). Publicou o livro O Cruzeiro – A revolução da fotorreportagem (1991), e, em parceria com Angela Magalhães, Mato Grosso – Território de imagens (2008); Fotografia no Brasil, um olhar das origens ao contemporâneo (2005); Fotoclubismo no Brasil: o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012); e Sheila Oliveira, memória do tempo e das águas (DArtista Editora, Ceará, 2014). Entre os últimos textos publicados em coautoria com Angela Magalhães, destaca-se Ofício de viver, publicado no livro Possibilidades da câmara obscura, organizado por Ana Angélica Costa (Projeto Subsolo, Rio de Janeiro, 2015).

Angela Magalhães

Angela Magalhães é formada em Comunicação Social (UFRJ, 1980). Foi bolsista da Fulbright/Capes, no International Center of Photography e na Aperture Foundation (Nova York, 1988/89). Como curadora de exposições do Núcleo de Fotografia/Instituto Nacional de Fotografia da Funarte (1979-2003), coordenou, juntamente com Nadja Peregrino, as Semanas Nacionais de Fotografia (1982-1989) e mais de uma centena de mostras, entre elas José Medeiros – 50 anos de fotografia (1987); Cuba, Imagens da História, de Raul Corrales (1987) e Todo dia é dia de índio, de Milton Guran (1992). Entre 1990-2003, dirigiu o setor instituindo o I Encontro Nacional de Coordenadores de Eventos Fotográficos (1991) e o Prêmio Nacional de Fotografia (1995-1998). Atuou em comissões nacionais e internacionais como a do Prêmio Máximo da Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba (1996); Tenth Annual Infinity Awards (ICP NY, 1994); e The International Photography Research Network Changing Views of Brazil and Europe (Inglaterra, 2006-2007). Na área de pesquisa, em coparceria com Nadja Peregrino, recebeu os prêmios da Fundação Vitae (Revista Realidade,1966-1976: paradigma de um fotojornalismo moderno no Brasil) e Rio Arte (O Rio de Janeiro de José Medeiros). Publicou, ainda, os livros Fotografia no Brasil: um olhar das origens ao contemporâneo (MINC/Funarte, 2004) e Fotoclubismo no Brasil – o legado da Sociedade Fluminense de Fotografia (SENAC, 2012). Como conferencista, participou do Encuentro de Fotografia Latinoamericano de Caracas (1993); do V Colóquio Latino-Americano de Fotografia, na Cidade do México (1996); do ciclo de conferências sobre Religiosidade Popular/Oxford University/Brazilian Studies Center (Inglaterra, 2002); do Encuentro Internacional de Fotografia de Montevidéu (2007); do Festival América do Sul (MTS, 2005); Devercidade (Ceará, 2007); Artes de Março (Piauí, 2011); e  Na trilha da Imagem (Rio Grande do Norte, 2012).